Político fala, mas tem que ouvir. Não existe regra que proíba a reeleição seguida de parlamentar

                          Em vídeo que circula no Facebook da FM COMUNITÁRIA – 87.9, e em vários grupos das redes sociais daqui de Tobias Barreto, o radialista Sidney Sérvulo continua seus ataques rotineiros  á  postura dos vereadores  Romildo (presidente da Casa)  e Roberto do IBV,   conta dos constantes ataques por parte de um colega.
                 Segundo ele haveria postura acovardada dos dois. Que seriam uns cachorrinhos. Erra, e erra feio o radialista Sidney.
                       Gilson Ramos, VITÓRIA da oposição, respeitadas as imposições legais, tem direito de fazer o que quiser na sua atuação parlamentar, afinal, ali não é um convento. Se discute política na sua real crueza, sendo parte do jogo da democracia a crítica acerba contra adversários.
                        O fato dos ataques terem se tornado mais virulentos talvez tenha explicação no fato de que até outro dia os ora adversários preferenciais _ Romildo e Roberto eram correligionários. Paciência. É do jogo. 
                       Esses adversários, alvos da verborragia de Gilson Ramos foram determinantes para a tomada da presidência da Casa Legislativa desta cidade. Esta foi a maior derrota do grupo de oposição. Mexeu com os calos de muitos. Os de Gilson inluídos.
                         O que quer o radialista? Que Romildo e Roberto lavem com sangue a suposta honra ultrajada. Democracia é isso meu caro Sidney. Quem não agüenta vai fazer outra coisa.
                        Imagine se Sidney  fosse um dos procuradores “elogiados”  pela oratória de Gilmar Mendes na sessão do STF do dia 14 pasado, quando se referiu aos procuradores da Lava Jato como "gentalha", "gente desqualificada", "despreparada", "covarde", "gângsteres", "cretinos", "infelizes", e "reles", porque "integram máfias, organizações criminosas" "força-tarefa é sinônimo de patifaria".
                          Apesar de sua rotina   respeitosa possivelmente já se ouviu coisas piores na Câmara de Tobias Barreto do que as ditas pelo ministro Gilmar Mendes contra os procuradores. Como não havia a repercussão dos dias atuais possivelmente foram esquecidas.
                          A catilinária de Gilson Ramos contra os colegas adversários vem sendo um capítulo do debate geral da política, assim como o tom conventual dos atacados. Calando-se quem desperta a ira de Gilson as coisas pioram para a democracia. Jogo jogado.

                      Como já ensina o ditado popular "ninguém se livra de pedrada de doido nem de coice de burro". Melhor deixar ambos vivos. O burro e doido.

      MONTIVAL
                   Quanto aos ataques à longevidade do mandato de Montival Cardoso só seu eleitorado pode cobrar. Ele está com mandato por méritos dele. Não é rico, vive uma vida dura.  Mesmo com pouca cultura e leitura que na visão de alguns elitistas seriam motivos para barrar suas pretensões, torna as duas condições em aliadas preferenciais no trato com seu sofrido eleitorado.
                    Imagine se aos moradores (não só os eleitores) faltasse um  Montival Cardoso?  O que já está ruim viraria uma catástrofe.

Por: Nego Valeriano
Advogado 


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