Os jornalistas estão nos hospitais, nas ruas, no comércio, nas escolas, nas redações e em tanto outros espaços. Onde a notícia estiver, lá também estará o profissional. Mesmo com a pandemia e os riscos de contaminação, a classe não parou um só dia de desenvolver seu trabalho. Agora, após a imunização de outras categorias consideradas também essenciais, os comunicadores se mobilizam e pedem a vacinação contra covid-19. O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Sergipe (Sindijor/SE) aponta que são cerca de 2.000 profissionais atuando nos 75 municípios sergipanos. Desse total, cerca de 1.500 trabalham diariamente, sendo em média 400 em modalidade convencional, ou seja, diariamente nas ruas. Os demais seguem em modalidade home office. Alguns já foram vacinados por fazerem parte de grupos prioritários, por idade ou comorbidade. Apesar de ser um quantitativo pequeno, ainda não há, se quer, um calendário de vacinação previsto pelo Governo de Sergipe.

 "Estamos em todos os bairros da capital e com atuação diária em todos os demais 74 municípios sergipanos. Estamos desenvolvendo nossas funções, por exemplo, em frente a unidades de saúde, terminais de integração, agências bancárias, feiras livres, órgãos públicos e polos comerciais. Na prática, todas as nossa atividade segue sem alterações funcionais desde o mês de fevereiro do ano passado quando o Brasil registrou o primeiro caso confirmado do coronavírus", afirma o presidente do Sindijor, Milton Alves Júnior.

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