Chegou à nossa redação, a informação que o Superintendente da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Tobias Barreto/SE, Jônatas Fagundes, ordenou que fossem retiradas diversas cadeiras quer serviam para acomodar os pacientes.

 Veja um trecho da mensagem do Superintendente em um aplicativo de mensagens:

 “Todos temos funções, e por mais que pareça, a falta de paciente não quer dizer falta de trabalho!” Disse Jônatas.

 Nossa redação entrou em contato com Jônatas, que nos informou que já flagrou funcionário no celular enquanto tinham pacientes para serem atendidos.

 “As cadeiras realmente foram retiradas, inclusive algumas estavam danificadas, e o banco que os funcionários usavam para sentar, foram usados para substituir as cadeiras. O funcionário pode descansar, porém o paciente deve ser sempre nossa prioridade, inclusive a lei permite, mas mesmo sem haver pacientes, existem serviços para serem realizados.” Afirmou o superintendente.

 Ainda segundo nossa fonte, mantida em sigilo, não tem cadeiras em alguns setores, como: Espera de Raio-X, Estabilização, etc. Só o número mínimo possível. Prejudicando não os funcionários e sim os pacientes que terão que aguardar de pé.

 De acordo com a nossa legislação, a exemplo da CLT (Consolidação das Leis de Trabalho), mais precisamente no artigo 199, parágrafo único, temos que “Quando o trabalho deva ser executado de pé, os empregados terão à sua disposição assentos para serem utilizados nas pausas que o serviço permitir.”

 Já na NR17 (Norma Regulamentadora) do Ministério do Trabalho e Emprego, diz:

 17.3.5. Para as atividades em que os trabalhos devam ser realizados de pé, devem ser colocados assentos para descanso em locais em que possam ser utilizados por todos os trabalhadores durante as pausas.

 Jovinho News

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